
A pesquisa Nacional de Saúde do Escolar de 2024 ( PeNSE 2024), revelou que cerca de 29,6% já experimentaram os vapes (cigarros eletrônicos) mesmo sendo proibido no Brasil a sua comercialização e o consumo. É visto essa utilização principalmente em adolescentes entre 13 a 17 anos, e hoje é um grande desafio que precisa ser enfrentado.

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Esses dispositivos que podem ser chamados de e-cigarettes, vaporizantes, pods e vapes, tem a fabricação, importação e propaganda proibida no Brasil desde 2009 por determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Os dispositivos tem uma quantidade muito alta de nicotina e outras substâncias, que podem causar mais dependência do que um cigarro comum. E pode se dizer que os motivos para ser tão presente entre os jovens são os sabores doces, o cheiro agradável e o visual moderno, assim parecendo ser um produto menos prejudicial.
O uso frequente principalmente da nicotina pode trazer vários problemas para a saúde, como doenças cardíacas e cardiovasculares, ansiedade, depressão e danos no pulmão. E por ser mais comum entre os jovens, pode acontecer de forma mais rápida e intensa entre os mesmo, já que o cérebro ainda está em desenvolvimento, e podendo afetar a saúde mental e o comportamento.

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Para tratar a dependência dos cigarros eletrônicos, especialistas apontam a importância do apoio psicológico, do uso de medicamentos corretamente e claro da redução gradativa do consumo. Para melhorar esse desafio no Brasil a fiscalização e a conscientização deveriam estar mais presentes, já que muitos jovens experimentam por influência principalmente de redes sociais.
Por Barbara Freitas Martins