No último domingo, 22 de março de 2026, eu vivi um dia que jamais esquecerei. Fui a uma chácara com meu esposo e, em um momento de descuido, fui atacada por um cachorro que parecia dócil. A mordida foi brutal: 45 pontos na face direita.
“Por uma segundo, eu pensei que minha vida ia encerrar naquele momento”, confesso. Mas, apesar do trauma e das dores, sou grata por estar viva. O atendimento hospitalar foi excelente e, mesmo com o rosto danificado, encontrei forças para reagir.
Em conversa com a Dra. Veterinária Maria Hellena, ela explicou que animais de grande porte atacam por instinto, muitas vezes por se sentirem ameaçados. No meu caso, o cachorro pode ter se assustado com o movimento de me abaixar.
A recuperação não é fácil, mas seguindo os passos certos, fica mais tranquilo. Segui os procedimentos indicados: vacinas pelo SUS, medicamentos, higienização da ferida e muita hidrataçãi. “Não está sendo fácil, mas graças a Deus, o pior não aconteceu”, digo.
Hoje, olhando para trás, entendo a gravidade do ocorrido e sou grata por ter saído com vida. A lição foi dura, mas valiosa: respeito pela vida – a minha, a dos animais, a de todos.
Sou apaixonada por animais, tenho quatro em casa: Lua (Pitt Monster), Kelly e Cássia Ellen (vira-latas), e Renato (gato dócil). Agora, redobro os cuidados. Acidentes acontecem, então é bom ser vigilante – com nós e com os pequenos de quatro patas.
Hoje, renasci. E a lição é clara: respeito pela vida e gratidão por cada dia. Um novo capítulo se abre, com mais cuidado, mais amor e o mesmo desejo de viver.